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quarta-feira, 12 de maio de 2010

quinta-feira, 25 de março de 2010

Até 27 de Março: Festival de Teatro Especial em Abrantes - FNATES 2010

57/2010

Está a decorrer até dia 27 de Março, em Abrantes, o VIII Festival Nacional de Teatro Especial / II Festival Internacional, promovido pelo Centro de Recuperação e Integração de Abrantes (CRIA) que, simultaneamente, comemora 33 anos de trabalho na área da deficiência e no combate à exclusão social. O FNATES 2010 abriu, no dia 22, com o CRIARTE (Grupo de Teatro do CRIA) e a peça "O Feiticeiro de Oz", com encenação de Ana Machado. À noite subiu ao palco o Grupo de Animação da APPACDM de Setúbal, com "Uma Gota de Amor", uma encenação de Vítor Branco. O dia 23 foi inteiramente dedicado ao Brasil, à tarde "A Terra pode ser chamada de chão...", encenação de Renato Di Renzo, pelo Grupo de Arte TAMTAM, de Santos. À noite subiu ao palco "Brasilidade", coreografia de Camila Rodrigues e Soyane Vargas, pelo Grupo de Dança sobre Rodas Corpo em Movimento, do Rio de Janeiro. Na quarta-feira, dia 24, surgiu uma inovação neste Festival com a realização, à tarde, de um espectáculo de rua, na Praça Barão da Batalha: "Traços e Troças - Elogio à Folia (Carnaval de Rua)" com o Grupo de Arte TAMTAM e encenação de Renato Di Renzo. À noite, no Cine-Teatro S. Pedro, surgiu outra novidade, uma co-produção, que juntou na mesma peça a APPC do Porto e a Crinabel. "Fragmentos de um corpo só" é a co-produção dos grupos Era uma vez... Teatro e CRINABEL, com encenação de Marco Paiva. No dia 25, à tarde, volta a subir ao palco o espectáculo "Brasilidade", com coreografia de Camila Rodrigues e Soyane Vargas, com Grupo de Dança sobre Rodas Corpo em Movimento, do Rio de Janeiro, Brasil. À noite, o Grupo de Teatro Terapêutico - Espaço T, do Porto, levará à cena "História de Portugal, Parte V - A revolta dos heróis", com encenação de João Pereira. A sexta-feira, à tarde, contará com dois espectáculos vindos de Torres Novas e de Faro. A primeira peça em cena será "Uma história das histórias", com encenação de João Paulo Vieira, do CRITARTE de Torres Novas. Logo a seguir "Os Sentimentos" é a peça que o Grupo Viva, da APPC Faro, trará a este festival e que conta com encenação de Dário Cruz. À noite estará de novo em cena "A Terra pode ser chamada de chão...," com o Grupo de Arte TAMTAM, de Santos, Brasil, numa encenação de Renato Di Renzo. Dia 27, sábado, a tarde será preenchida com o CRIARTE, primeiro com um espectáculo de dança "Murmúrios do Corpo", com coreografia de Ana Machado e Cátia Silva. O segundo espectáculo será de teatro com a peça "O Feiticeiro de Oz", pelo CRIARTE, com encenação de Ana Machado. O FNATES 2010 encerra com a participação especial do Grupo de Teatro Palha de Abrantes e do Espaço Idança, com a peça "O Pátio dos Patos", numa encenação de Artur Marques e Rita Pinheiro. Concretizar a inclusão pela arte como forma de combater o preconceito social e a discriminação face à diferença é um dos objectivos do FNATES 2010, de modo mais acentuado neste ano de 2010 em que se assinala o “Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social”. Em 2007, o Festival de Teatro Especial foi distinguido com o prémio “Igualdade na Diversidade”, no âmbito do Ano Europeu de Igualdade de Oportunidade para Todos”. Em 2009, assumiu para o futuro uma dimensão internacional com o objectivo de cruzar experiências e desafios. Em 2010, ano Europeu de Igualdade de Oportunidades para Todos.
O evento conta com o apoio financeiro de diversas entidades públicas e privadas da região e com o apoio especial da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes e da Escola EB2,3/S Dra. Maria Judite Serrão de Andrade, de Sardoal. O preço do bilhete é de 1 euro (um euro) para o público em geral e os Grupos das Escolas e Instituições de Solidariedade Social terão entradas gratuitas. Os espectáculos decorrerão no Cineteatro S. Pedro.
Contactos:
CRIA - Centro de Recuperação e Integração de Abrantes
Quinta das Pinheiras, Apartado 73 2204-906 Alferrarede
Tel: 241 379 750/6
Fax: 241 37 9 759
Sítio web: www.cria.com.pt

quinta-feira, 4 de março de 2010

6 de Março: Continua a 1ª Mostra de Teatro de Sardoal em solidariedade para com a ilha da Madeira

63/2010

Inserido na 1ª Mostra de Teatro de Sardoal (ver notícia 19/2010), vai à cena, no Centro Cultural Gil Vicente, no dia 6 de Março, pelas 21.30h, a peça "Cascata de Emoções", pela Companhia de Teatro Montes da Senhora (Proença-a-Nova). O ingresso custa 3 euros e pode ser levantado nas bilheteiras do Centro Cultural, de 3ª a Sábado das 16h às 18h e, no próprio dia do espectáculo, 45 minutos antes do início do mesmo. "Cascata de Emoções" é uma encenação de variedades composta por quatro quadros de teatro, que integram, no seu todo, drama, revista à portuguesa, cabaret, fado, música, marafonas, stand up comedy, mímica, dança e vários números de magias, num desempenho «profissional» que envolve vinte pessoas em palco e dez técnicos de apoio. A Companhia de Teatro Montes da Senhora deu o seu primeiro espectáculo no dia 15 de Agosto de 1997. Já estiveeam em programas de televisão da RTP1, TVI, SIC e SPT-TV, em diversas estações de rádio locais e nacionais, em variadíssimos jornais e revistas e têm actuado de norte a sul do País, em dezenas e dezenas de salas de teatro, auditórios municipais, feiras nacionais e internacionais, escolas, hotéis, casas de cultura, festivais de teatro e associações de todo o tipo. Destacam duas actuações marcantes: no Palácio Cristal, no Porto, e no Teatro Camões, no Parque das Nações, em Lisboa. Na sua vertente internacional, já actuaram em Bertrange, Ettelbruck, Esch-sur-Alzete e Differdange, no Luxemburgo; em Mount Vernon (New York), Elisabeth e Newark (New Jersey), nos Estados Unidos da América e em Liège, na Bélgica. Mais recentemente (Novembro de 2009) a Companhia esteve em Aigle (Suíça). A Companhia de Teatro de Montes da Senhora tem neste momento os seus quadros preenchidos (30 elementos) e a sua escolinha está perfeitamente integrada nos espectáculos. Mais informações em www.ctms1997.com ou em www.getas.pt.

Ajude os desalojados da Ilha da Madeira divertindo-se.
Assista ao espectáculo "Cascata de Emoções", apresentado pela Companhia de Teatro de Montes da Senhora (Proença-a-nova), no âmbito da I Mostra de Teatro de Sardoal.
Este divertido espectáculo de variedades será apresentado a partir das 21H30, no próximo Sábado dia 6 de Março, no Centro Cultural Gil Vicente em Sardoal.
O bilhete tem um valor simbólico de 3€.
O valor da bilheteira será entregue à Casa do Povo da Camacha, que abriga alguns cidadãos madeirenses que ficaram desalojados após o temporal que assolou a Ilha da Madeira.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Temporal da Madeira: conta solidária

60/2010

Já muito se disse e se escreveu acerca do fatídico dia 20 de Fevereiro de 2010, no qual a Região Autónoma da Madeira foi fustigada por um terrível temporal que ceifou mais de quatro dezenas de vidas, deixando centenas sem lar e uma ilha do "avesso". Muitos são os meios para apoiar aquela população, de modo a minimizar os graves prejuízos daí decorrentes. Os espectáculos de solidariedade que se têm realizado e que se irão realizar nos próximos dias, os apoios idos de várias empresas do continente e os apoios governamentais são recursos possíveis para quem tanto precisa.
Apenas nos cumpre CONDENAR as linhas de apoio telefónicas de valor acrescentado que, mais não são, do que mananciais fontes de receita para o estado, que tem o desplante de cobrar IVA numa situação destas. Como, creio, não ser o único a repudiar esta situação, deixamos o link do BANIF (Banco Internacional do Funchal) que tem aberta uma conta solidária para com aquela gente.


http://www.banif.pt/xsite/Particulares/Contas/ContaSolidariedade.jsp?CH=5288

Recordamos que esta já não foi a primeira vez que aquela região sofreu com a força da natureza. Foi em 29 de Outubro de 1993 mas esta de menos gravidade quanto à perda de vidas humanas. Transcrevemos o que o jornal "Tribuna da Madeira" escreveu na ocasião:

"A 29 de Outubro de 1993 o Funchal despertou e foi colocado perante um cenário devastador. Chuvas torrenciais ocorridas durante a noite provocaram o deslizamento de terras e as ribeiras, estranguladas por habitações e entupidas por entulho, não conseguiram reter as águas em fúria dentro das suas margens. Os dias seguintes permitiram verificar a dimensão da tragédia. O caudal de água lamacenta arrastou para morte oito pessoas, uma das quais na ribeira dos Socorridos, em Câmara de Lobos. E provocou prejuízos materiais de milhões de contos. Cerca de 100 habitações foram destruídas e largas centenas de funchalenses ficaram desalojados. As escolas tiveram que encerrar e 220 automóveis foram destruídos. Alguns corpos não seriam recuperados.